Olá,
Tudo bem com vocês?
Bom, somos servos de Jesus do Minsitério Vida Nova no Jardim Casqueiro.Com este blog queremos mostrar como somos felizes por conhecer e pertencer ao exército de Jesus.Gostamos muito de ler a Palavra Dele, evangelizar, orar e engrandecer ao nome Dele em todos os dias da nossa vida.
Estamos apenas no início deste blog,então, esperem pq virá muito mais por aí.Logo logo, coim a autorização de nossos pais, estaremos publicando as nossas fotos.
Beijos pra todos,
Ass: Turminha do Ministério Vida Nova Kids.
sábado, 3 de maio de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)

2 comentários:
Segue um texto para explicar melhor a obra:
Flicts
A cor em busca de um lugar
Marco na literatura infantil, livro escrito e desenhado por Ziraldo tem a sua trajetória analisada
Obra diferenciada desde seu lançamento, em 1969, pela ousada e moderna concepção gráfica, Flicts, escrita e ilustrada por Ziraldo, é um marco na literatura infantil brasileira. Para estudar a riqueza dessa criação, Claudia Cascarelli desenvolveu sua dissertação de mestrado em Artes Visuais, apresentada no Instituto de Artes (IA), câmpus de São Paulo.
Intitulada Flicts, livro de artista, a pesquisa, sob orientação da professora do IA Claudete Ribeiro, analisa esse trabalho até sua 57a edição, lançada em 2005. O livro conta a história de uma cor que procura o seu lugar no mundo. Ninguém gosta ou se lembra dela, até que, fugindo dos seres humanos, ela vai até a Lua e descobre que a cor do satélite é flicts!
Experimentação
O livro é uma referência em termos de experimentação, pela interação entre imagem e texto. Carlos Drummond de Andrade, Millôr Fernandes, Raquel de Queiroz, entre outros, apontaram para a abertura dessa criação à poesia e ao humor. Também há comparações com O pequeno príncipe e O patinho feio, além do gênero policial.
Não faltam ainda conotações sociais, ligadas à exclusão, e mesmo místicas. Uma importante referência é o caráter lunar da personagem, associada à conquista do espaço no final dos anos 1960. Essa conotação foi reforçada pelo astronauta Neil Armstrong, primeiro homem a pisar na Lua. Ao visitar o Brasil, em 1969, três meses após a façanha, ele se encontrou com Ziraldo e, ao ouvir a história, escreveu: “A Lua é Flicts”.
A origem da história de Flicts, que não está na caixa de lápis de cor, nas bandeiras dos países ou no arco-íris, surgiu de um convite da editora Expressão e Cultura para que Ziraldo escrevesse um livro infantil. A conversa foi numa sexta-feira e o material precisava ser entregue na segunda seguinte.
Papel autocolante
O estalo criativo ocorreu quando Ziraldo viu a foto da Terra vista da Lua. Teve assim a idéia de contar a história em que a cor do satélite não tinha lugar no nosso planeta. Os originais foram feitos com papel autocolante de várias cores, e a interjeição Flicts foi aproveitada após ter sido usada pela primeira vez numa das criações do autor, a Supermãe, no Jornal do Brasil.
Claudia verifica que a jornada da cor Flicts em busca de si mesma tem várias fases. Primeiro, pede ajuda a elementos do universo infantil, como escola, laço, ciranda e fita. Depois, tenta dialogar com “personagens” do mundo adulto: faixa, escudo, brasão e bandeira.
Surge aí um fato curioso. Até 1984, a frase “pelos países mais bonitos” do livro foi acompanhada da bandeira do Reino Unido. Na edição de 1985, porém, ocorreu a substituição pela brasileira. Nesse mesmo ano, Ziraldo lançou A fábula das três cores, em que brincava com as cores verde, amarelo e azul.
Ditadura militar
Ele mesmo explica que essa alteração está vinculada à impossibilidade de amar o símbolo nacional durante a ditadura militar: “Em 1969, a bandeira não me pertencia. Ninguém podia amar a bandeira do Brasil, naquela época. Tínhamos que respeitá-la. E, aí, nós tínhamos medo de um pai severo, que obriga o outro a que o respeite, em troca de gritos e chineladas. Fiz então Flicts sem verde, amarelo ou azul. Mas fiquei muito frustrado até 1985, com o novo livro e a substituição”.
Num terceiro momento da busca de Flicts, o personagem dialoga com elementos naturais: céu, mar e fases da Lua. Depois, interage com o universo das amizades: par, companheiro, amigo, irmão. “Verbal e visual se associam no livro. Flicts não tem espaço, porque não tem o poder de qualificar nada no mundo. Caracterizado apenas pela falta, parte em busca de suprir o vazio que tanto o aflige. Precisa fazer parte de algo para existir. Ele quer nascer”, argumenta Claudia.
Em sua dissertação, inicialmente, a pesquisadora traça a trajetória de Ziraldo (Veja quadro.). Depois, analisa Flicts, verificando diferenças entre o projeto original e as reedições. “Para baratear custos gráficos e para dar maior acesso ao público leitor, alteraram o projeto inicial do livro, mas não comprometeram a leitura. A narrativa visual e a verbal foram mantidas. Somente a dimensão foi reduzida”, comenta Cláudia.
Percepção infantil
Na terceira e última parte da dissertação, ocorre o registro da percepção do livro por oito crianças de oito anos em três situações. Primeiro, em leituras individuais; depois, em leituras acompanhadas por uma mediadora e seguidas de uma oficina de criatividade coordenada por Claudia, também ilustradora de livros infantis.
Finalmente, há o acompanhamento do contato com o CD-ROM do livro, que traz a história sonorizada, animada e com atividades lúdicas interativas. “Com as crianças e por meio de minha pesquisa, foi possível vislumbrar possibilidades de novas descobertas e revelações poéticas na obra de Ziraldo. Cada leitura é um raio de luz, uma nova consciência enriquecida com as maravilhas da percepção humana”, conclui Claudia.
Colega, postei o texto abaixo e sugiro que trabalhes o livro pedindo que desenhem no programa PAINT, cada página do mesmo segundo suas conclusões, montando um livro coletivo - podes trabalhar a escrita de palavras conhecidas no word ou a escrita do título...pedindo que decorem....
Espero ter ajudado....
bjs
www.aprenderecia.blogspot.com
Postar um comentário